"[...] A luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou [...]" (Drummond)
A bateria do celular já estava em seu fim, a televisão desligou-se bem na hora do melhor programa, o download no PC não tinha sido concluído , a caixa acústica do som a pilha estava com defeito... Instaurou-se um caos silenciado após a pergunta: O que fazer? O único som natural que se ouvia era a do incansável grilo com sua música monotônica ... As velas foram acesas , na rua escutavam-se os vizinhos saindo de suas casas indo até as calçadas dos conhecidos, os que tinham coragem de ficar conversando sobre a falta de energia, entre outros assuntos puderam vislumbrar a luz da lua que apesar de ser emprestada pelo reflexo da luz do sol clareou o palco das histórias que ali se firmavam, sem falar nos pequenos cristais das estrelas ...
Semida Lopes
Este pequeno texto é de minha autoria, com um único empréstimo do poema de Carlos D. de Andrade iniciando o texto ... Enfim com o nosso costume de esta arrodeados pelos benefícios dos meios tecnológicos fica complicado quando tudo de repente paralisa ... E com celular descarregado , então? Essa pequena situação deve ter sido vivenciada por muitos ... E assim volta-se naquela velha roda de conversas que ora foi distanciada pela entrada de outros aparelhos que muitas vezes nos deixam isolados.
.jpg)
Muito bom! continue assim...
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirkkkkkkkkk.. Mãos a obra Tclê
Excluir